
LULINA, aquela gracinha talentosa que transita entre ETs por Olinda e Sampa, me presenteia neste Natal com “MEUS DIAS 13”, um disco que em 2 canções (“O Baculejo” e “Dia do Rock”) sou seu parceiro em pequenos trechos das letras. Explico: durante 7 meses de 2010, Lulina solicitou aos amigos que enviassem uma frase retratando os acontecimentos do dia “13” de cada um; depois, ela e Leo Monstro (sua “alma gêmea” nos arranjos e composições) gestaram 7 canções que agora disponibilizam como presente natalino; num CD com 13 músicas inéditas (para quem quiser baixar - o link tá no http://lulilandia.wordpress.com/2010/12/24/feliz-natal/). Infelizmente, os compromissos impossibilitaram a continuidade do projeto, cabendo aos dois compor as outras 6 canções que consta no disco.
Numa recente entrevista a Jotabê Medeiros, um "respeitável" crítico do caderno de cultura do Estadão, disse Lulina que o projeto era uma “vibe dadaísta” para produzir letras coletivas através da Internet. Parece que bastou ela ler os primeiros e-mails para perceber que tinha algo muito bonito nas mãos: “Eu tinha o sentimento verdadeiro do dia das pessoas, algumas se abriam completamente comigo no e-mail”. Ela afirma que aos poucos foi pegando a manha, nas últimas Lulina conseguia compor em menos de meia hora, copiando, colando e criando novas associações quase que imediatamente. “A ideia toda é dadaísta, mas eu não queria criar canções sem sentido, tentava agrupar as letras por sentimentos e gerar um novo sentido com a soma das partes. Foi como tirar férias de mim e refletir só sobre o que os outros viveram” (a entrevista na íntegra está no http://estadao.br.msn.com/cultura/artigo.aspx?cp-documentid=26833114 ).
Gracias Lulina pelo belo e inesperado presente.
Fui parceiro nas canções do mês de "Julho" e "Outubro".Numa recente entrevista a Jotabê Medeiros, um "respeitável" crítico do caderno de cultura do Estadão, disse Lulina que o projeto era uma “vibe dadaísta” para produzir letras coletivas através da Internet. Parece que bastou ela ler os primeiros e-mails para perceber que tinha algo muito bonito nas mãos: “Eu tinha o sentimento verdadeiro do dia das pessoas, algumas se abriam completamente comigo no e-mail”. Ela afirma que aos poucos foi pegando a manha, nas últimas Lulina conseguia compor em menos de meia hora, copiando, colando e criando novas associações quase que imediatamente. “A ideia toda é dadaísta, mas eu não queria criar canções sem sentido, tentava agrupar as letras por sentimentos e gerar um novo sentido com a soma das partes. Foi como tirar férias de mim e refletir só sobre o que os outros viveram” (a entrevista na íntegra está no http://estadao.br.msn.com/cultura/artigo.aspx?cp-documentid=26833114 ).
Gracias Lulina pelo belo e inesperado presente.